“Amar nem sempre é sinônimo de plural. Eu mesma me vi obrigada a amar no singular.
Essa poderia ser uma daquelas histórias de amor onde dois jovens se apaixonam e vivem felizes para sempre no final. Mas o filme passando hoje não é bem assim. Sabe quando você se apaixona tão intensamente por alguém que é muito difícil de esquecer? Pergunta clichê, eu sei. Mas eu sou assim, meio brega mesmo. Sabe, eu podia me apaixonar por qualquer um que quisesse, mas a vida não é assim. A gente não escolhe a hora, nem o lugar. A vida é sem roteiro. Mas e se a vida fosse como em um teatro? Será que perderia a graça? Será que nós vivemos apenas de incertezas? Desculpe-me por mudar de assunto, assim, tão bruscamente. É que eu tenho esse meu lado de filosofa, de poeta. Mas eu não te culpo pelo que aconteceu, pois a culpa foi minha, que te amou cegamente, sem medida. E esse texto já tá virando mais um amontoado de palavras e de pensamentos, assim como eu, confuso. Amar no singular dói. Mas a gente aprende que não se pode amar tanto assim. A gente aprende mas repete o erro. O ser humano é assim mesmo, teimoso. Parece até que gosta de sofrer
“Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos tem?
“Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais…